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Publicado em: 12/12/2020

MacKenzie Scott doou 1,7 bilhões de dólares para projetos sem fins lucrativos desde seu divórcio

 

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Após a separar-se do fundador da Amazon, MacKenzie Scott recebeu uma fortuna de 38 bilhões de dólares como parte do acordo de divórcio, mas prometeu que doaria toda sua fortuna até que sua conta estivesse zerada. Um ano depois, ela revela como vem trabalhando para realizar sua promessa.

De acordo com ela: “No outono passado, pedi a uma equipe de consultores sem fins lucrativos com representação importante de grupos historicamente marginalizados de raça, gênero e identidade sexual, para me ajudar a encontrar e avaliar organizações com grande impacto em uma variedade de causas.”

Desde então, 116 organizações pelo mundo receberam ao todo a quantia de 1,7 bilhões de dólares em forma de doações vindas de MacKenzie. As doações foram direcionadas para iniciativas como Black Girls Code, projeto que busca formar garotas afro-americanas entre 7 e 17 anos para atuarem no mercado de tecnologia, ou às repostas à pandemia da COVID-19, ou, ainda, à organização The Point Foundation, uma iniciativa que atua junto a estudantes LGBTQIA+.

A iniciativa de Scott não é única e faz parte do projeto Giving Pledge, uma organização filantrópica criada pelo casal Gates (Bill e Melinda) e Warren uma década atrás, que atualmente conta com a adesão de bilionários como Mark Zuckerberg, criador do Facebook, e um dos fundadores da Airbnb, Vrian Chesky. A proposta da organização é que os integrantes doem parte de suas fortunas para causas sociais.
Quanto a MacKenzie Scott, suas ações repercutiram nas redes sociais, como o Twitter, onde um usuário escreveu: “Uau, você doou US$ 1,7 bilhão para 116 organizações focadas em questões como igualdade racial, igualdade LGBTQIA+, democracia, mudança climática e muito mais. Coisa boa. Isso é incrível!”.

 

Fungo descoberto em Chernobyl pode ser cultivado em foguetes para proteger astronautas de radiação tóxica

 

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Descoberto nos escombros da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, o fungo cladosporium sphaerospermum é responsável pela conversão de radiação gama em energia química, em um processo chamado de radiossíntese. O processo observado levou os cientistas responsáveis pela pesquisa, da Universidade da Carolina do Norte, a organizarem junto à NASA, empresa espacial norte-americana, o envio do fungo à Estação Espacial Internacional para testes.

Lá no espaço, uma porção do fungo foi exposta à radiação e foram realizadas medições para avaliar quanto dos raios passavam pela estrutura da espaçonave quando associada ao fungo, e quanto passava quando não associada. A redução, quando o fungo foi utilizado, foi da ordem de 2%, o que não correspondia com as expectativas dos cientistas. Ainda assim, o número relativamente baixo não significou que o experimento foi um fracasso.

Em um artigo publicado na revista BioRxiv, os cientistas responsáveis pelo experimento apresentaram de forma bem detalhada como seria possível extrapolar o que foi realizado na Estação Espacial e produzir sem custos uma barreia contra a radiação espacial. De acordo com o artigo, uma camada de 21 cm de fungo seria o suficiente para oferecer uma proteção contra a radiação presente, por exemplo, na superfície de Marte.

Fazendo um exercício de imaginação, ou de ficção científica, podemos imaginar uma estação espacial em Marte na qual os astronautas teriam que cultivar uma camada de 21 cm de fungo junto ao telhado e às paredes. Essa estrutura se assemelharia à cenários famosos das ficções, como a cabana de Yoda, personagem da saga Star Wars, ou a casa de Radagast, o Marrom, outra personagem da ficção agora parte da narrativa de O Hobbit.

Parece coisa fantasiosa, mas é algo que pode salvar vidas a um custo zero.

 

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