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O SUV ELÉTRICO E-TRON DA AUDI PAUTA: O PLANO DE RECUPERAÇÃO DA MARCA PARA 2019

Publicado em: 24/04/2019

Carlos Abeleira

 

O PORTFÓLIO DE MODELOS ELETRIFICADOS AUMENTARÁ A VIABILIDADE GLOBAL E AJUDARÁ A MARCA A IR ALÉM DA DIESELGATE

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Os executivos da Audi prometeram que a empresa se recuperará este ano após o impacto dos novos testes de emissões do WLTP terem levado a uma queda acentuada nas vendas e nos lucros em 2018.
O chefe de finanças da empresa, Alexander Seitz, disse em sua entrevista coletiva de 2019 que está mais bem preparado para a segunda rodada da legislação de emissões da WLTP e pretende ter uma licença de operação geral para todas as suas motorizações até o final de 2019.
Além de simplificar seu portfólio de produtos e atender às novas regulamentações, também permitirá à Audi reduzir as emissões de sua frota, o que, segundo Seitz, ajudará a se distanciar do impacto duradouro do escândalo Dieselgate, do Grupo Volkswagen.

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As preocupações ambientais e a necessidade de atender restrições cada vez maiores de emissões de CO2 são parte integrante do plano da Audi para os próximos anos. A empresa estabeleceu metas de tornar todas as suas fábricas neutras em CO2 e introduzir 30 novos veículos elétricos até 2025. Isso faz parte de um programa de eletrificação mais amplo dentro do Grupo Volkswagen, que resultará no lançamento de cerca de 70 modelos elétricos em suas várias marcas até 2030.

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Perguntado se agora é o momento certo para tal investimento em tecnologias EV, o CEO da Audi, Bram Schot, disse que o feedback dos clientes sugere que “60-70% dos motoristas de carros elétricos são leais à eletrificação” e que a resposta à nova SUV E-Tron elétrica da marca tem sido extremamente positiva.
Seitz também disse que um evento como o Dieselgate “nunca mais acontecerá de novo”. A Audi ampliou seu sistema de controle, envolvendo mais pessoas para cada veículo novo e intensificou seu processo de documentação interna.
Nos Estados Unidos, a marca já recomprou ou consertou 85% de seus veículos afetados pelo escândalo de emissões e pagou uma multa de £ 683 milhões ao governo alemão.

 

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