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Por isso corro demais

Publicado em: 12/04/2012

Por Marco Afonso Camargo

Perante a ameaça de um novo Ferrari – F12 berlinetta – e uma ousada versão roadster do Lamborghini Aventador – J Roadster -, a Bugatti apresentou no mês passado no Salão Internacional de Genebra o roadster de estrada mais potente de todos os tempos, o Veyron 16.4 Grand Sport Vitesse.

A nova criação da Bugatti, candidato ao título de carro mais caro do mundo, não é mais que uma versão Super Sport do Veyron Grand Sport, a versão targa de um dos mais desejados super desportivos, que assim recebe a derradeira evolução do motor W16 de 8 litros: 1200cv em lugar dos 1001cv da versão normal.

Para suportar o aumento de potência, o chassi foi modificado e foram introduzidos alguns elementos aerodinâmicos em fibra de carbono. As performances não deixam ninguém indiferente: aceleração do 0 aos 100 km/h em 2,6 segundos (2,5s no Super Sport e 2,7s na versão normal), 0 a 200 km/h em 7,1 segundos (6,7s no Super Sport). A velocidade máxima está limitada a 410 km/h, apenas mais 3 km/h que na versão normal. Em testes, a versão fechada Super Sport superou os 434 km/h.

Interior: fibra de carbono

A fibra de carbono é, juntamente com os metais inoxidável – tais como alumínio e magnésio – o material dominante no interior do Grand Sport Vitesse. Numerosas partes interiores agora são feitas de fibra de carbono no roadster hp 1.200. Isto inclui a extensão do console central, uma capa com o logotipo EB na guarnição de couro traseiro antepara (entre os encostos dos bancos) e a saída da correia cobre nos assentos. A decoração no console central, as inserções da porta e da guarnição ao lado no painel de instrumentos também são feitos de fibra de carbono. As peças de acabamento bicolor preto também são novos na versão Grand Sport, e assim é o projeto de assento especial para o Grand Sport Vitesse. Os dois tons de capas de couro são reforçados por costuras contrastantes entre a base do assento e as seções laterais. Costura contrastante também é destaque no apoio de braço entre os assentos de couro, que vem sem o quilting típico. Outra novidade: joelheiras na área do túnel central, um adicional de tomada 12 V (no porta-luvas), os sistemas de retenção, o início iluminado e botão de bloqueio de estacionamento (o mesmo que Super Sport), um painel de instrumentos com shift-up de informação e – como uma questão de honra – o medidor de energia que agora vai até 1.200 cv.

Valor

No Salão de Genebra, a Bugatti mostra dois exemplares personalizados, o Vitesse Lake Blue por 1,91 milhão de euros e o Vitesse com pintura preta Jet Grey por 1,75 milhão de euros.

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